quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O que os Colaboradores esperam da Empresa

Novos tempos.


Antes, o empregador era o patrão e chamávamos de trabalhador ou de empregado, aos que prestavam seus serviços às empresas.

Hoje, tratamos como colaboradores.

E acho até que essa nomenclatura é bem apropriada, pois são eles que verdadeiramente “colaboram” para a viabilização e sustentação dos negócios.

Portanto, os empreendedores devem repensar no relacionamento a ser mantido como o seu público interno – seus colaboradores.

Podemos destacar pontos que são essenciais e que representam a grande expectativa do funcionário quando ingressa numa empresa.

Merecem destaque: a liderança, senso de justiça e equidade, a transparência, o respeito, o reconhecimento, o aprendizado profissional, a possibilidade de desenvolvimento na carreira, estímulos para que se motive permanentemente, o “feed-back” sobre o seu desempenho.

O colaborador espera que haja uma liderança que conduza o grupo a ações e esforços que promova resultados a favor de todos – empresa, empresário e seus funcionários.

Esperam que o líder seja um facilitador, que os ajude no cumprimento das tarefas, que os estimule para alcançarem os objetivos de todos.

Esperam que o líder seja o grande exemplo a ser seguido.

E esse exemplo passa pela ética, pelo respeito às pessoas, por um tratamento baseado na justiça e na igualdade, sem diferenciar ninguém. Todos são iguais e merecem tratamento igual.

Todos são importantes e merecem participar. Podem opinar; podem sugerir.

Assim, cria-se uma equipe participativa, integrada, envolvida.

E lembre-se: o colaborador quer sentir-se importante e integrante do processo.

Pense que o seu colaborador, como qualquer ser humano inclusive você, gosta de ser reconhecido, de ser elogiado, de ser recompensado.

Procure criar estímulos para que eles se mantenham motivados o tempo todo.

Procure possibilitar o desenvolvimento profissional de cada um deles.

Saiba que a sua empresa também vai ganhar com isso.

Invista na capacitação dos seus colaboradores.

Melhore a inteligência competitiva da sua empresa.

Promova reuniões periódicas, debatendo a produtividade, a performance, o desempenho da equipe.

Faça a mesma coisa individualmente. Dê o “feed-back” para cada um.



Avalie cada um dos seus colaboradores.

Faça críticas, se tiver que fazer, mas ofereça alguma alternativa e ou sugestão para que ele melhore.

Procure conversar: é conversando que as pessoas se entendem.

Finalizando, vamos relembrar um ensinamento bíblico e que também pode ser aplicado nos negócios: “Devemos tratar os outros como gostaríamos de ser tratados”.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O que o País Necessitava Novamente ( 5 de Outubro de 1910 )

Para Relembrar resumindo em poucas letras


A República é instaurada, em 5 de Outubro de 1910, e o jovem rei D. Manuel II parte para o exílio em Inglaterra. Após vários anos de instabilidade política, com lutas de trabalhadores, tumultos, levantamentos, homicídios políticos e crises financeiras (problemas que a participação na I Guerra Mundial contribuiu para aprofundar), o Exército tomou o poder, em 1926. O regime militar nomeou ministro das Finanças António de Oliveira Salazar (1928), professor da Universidade de Coimbra, que pouco depois foi nomeado Presidente do Conselho de Ministros (1932).

Ao mesmo tempo que restaurou as finanças, instituiu o Estado Novo, regime autoritário de corporativismo de Estado, com partido único e sindicatos estatais, com afinidades bem marcadas com o fascismo pelo menos até 1945. Em 1968, afastado do poder por doença, sucedeu-lhe Marcelo Caetano.

A recusa do regime em descolonizar as províncias ultramarinas resultou no início da guerra colonial, primeiro em Angola (1961) e em seguida na Guiné-Bissau (1963) e em Moçambique (1964). Apesar das críticas de alguns dos mais antigos oficiais do Exército, entre os quais o general António de Spínola, o governo parecia determinado em continuar esta política. Com o seu livro Portugal e o Futuro, em que defendia a insustentabilidade de uma solução militar nas guerras do Ultramar, Spínola seria destituído, o que agravou o crescente mal-estar entre os jovens oficiais do Exército, os quais, no dia 25 Abril de 1974 desencadearam um golpe de estado.

A este sucedeu-se um período de confronto político muito aceso entre forças sociais e políticas, designado como Processo Revolucionário em Curso, com especial ênfase durante o Verão de 1975, a que se chamou Verão Quente, no qual o país esteve prestes a cair num novo período de ditadura, desta vez de orientação comunista. Neste período Portugal concede a independência de todas as suas antigas colónias em África.





"Foto de Família" na cerimónia de assinatura do Tratado de Lisboa.

A 25 de Novembro de 1975 diversos sectores da esquerda radical (essencialmente pára-quedistas e polícia militar na Região Militar de Lisboa), provocados pelas notícias, levam a cabo uma tentativa de golpe de estado, que no entanto não tem nenhuma liderança clara. O Grupo dos Nove reage pondo em prática um plano militar de resposta, liderado por António Ramalho Eanes. Este triunfa e no ano seguinte consolida-se a democracia. O próprio Ramalho Eanes é no ano seguinte o primeiro Presidente da República eleito por sufrágio universal. Aprova-se uma Constituição democrática e estabelecem-se os poderes políticos locais (autarquias) e governos autónomos regionais nos Açores e Madeira.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

O Rendimento Minimo dá que pensar...

Um Burro da Carrasqueira, da Universidade da Caramelandia, depois de ler este artigo publicado por (Adrian Rogers 1931) achou por bem publicar no seu blogge com pequenas alterações.Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que nunca havia reprovado um aluno antes, mas uma vez, reprovou uma turma inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que um regime igualitário realmente
funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria
igualitário e "justo."

O professor então disse, "Ok, vamos fazer
uma experiência igualitária nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos
as vossas notas de avaliação nas provas."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma, e portanto seriam "justas."
porque iguais. Isso quis dizer que todos iriam receber as mesmas
notas, o que significou que ninguém iria ser reprovado. Isso também
quis dizer que obviamente ninguém iria receber um "20"...

Depois
das primeiras avaliações sairem foi feita a média e todos receberam
"13". Nesta altura quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os
alunos que não se esforçaram ficaram felizes da vida com o resultado.

Quando
a segunda prova foi feita os alunos preguiçosos continuaram no seu
ritmo , pois que acreditavam que a média da turma os continuaria a
beneficiar. Já os alunos aplicados entenderam que também eles teriam
direito a baixar o ritmo , agindo contra a sua própria natureza.

Resultado,
a segunda média das avaliações foi " 8".
Ninguém gostou.

Depois
da terceira prova, a média geral acabou por descambar e voltou a
descer para o "5".

As notas nunca mais voltaram aos patamares
mais altos, mas ao invés, as desavenças entre os alunos, buscas por
culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas
daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a
principal causa das reclamações e inimizades que passaram a fazer parte
daquela turma.

No final das contas, ninguém se sentia obrigado a
estudar para beneficiar o resto da sala. Resultado : Todos os alunos
chumbaram naquela disciplina... porque todos eram «iguais».

O
professor explicou que a experiência igualitária tinha falhado porque
ela traduziu-se na desmotivação dos participantes. Preguiça e mágoa foi o
resultado. "Quando a recompensa é grande", disse, "o esforço pelo
sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.

"É impossível
levar o pobre à prosperidade através de acções que punam os mais
afortunados pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar,
obriga a que outra pessoa deva trabalhar sem receber.
O governo não
pode «dar» a alguém aquilo que tira a outro alguém.
Quando metade de
uma população começa a entender a ideia de que não precisa trabalhar,
pois a outra metade da população irá sustenta-la, e quando esta outra
metade entende que não vale a pena trabalhar para sustentar a primeira
metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível
multiplicar riqueza dividindo-a."

terça-feira, 29 de junho de 2010

Perfil de um Manipulador " O mastro que temos que Carregar "

“A pessoa manipuladora é, antes de tudo, invisível”, , só o tempo e a convivência permitem reconhecer o(a) típico(a) manipulador(a). Porém, com o hábito e a observação, torna-se possível identificá-lo(a) cada vez mais rapidamente.

concluiu que as características de manipuladores do sexo masculino e feminino são exatamente as mesmas. De acordo com as estatísticas, quase todo mundo já teve ou tem contato com, pelo menos, uma pessoa manipuladora durante a vida.

“Com algumas exceções, o(a) manipulador(a) não tem consciência de suas atitudes devastadoras. O egocentrismo dele(a) é tão forte que é incapaz de perceber o que os outros sentem. “Aqueles que são conscientes e não querem mudar, beiram a perversidade”, completa.

No plano amoroso, a médio prazo, o tipo manipulador não consegue manter a harmonia. Discussões (em particular ou em público), clima ruim (que muitas vezes os amigos não percebem), separações, sofrimento, costumam marcar a vida de uma pessoa manipuladora.

Quando o relacionamento desse tipo acaba, geralmente, não fica nem amizade. Isso porque o(a) ex- parceiro(a) sente-se tão aliviado por ter se livrado da manipulação que é incapaz de ter bons sentimento por quem o(a) torturou.

Com quem você está lidando?

Uma das principais características do(a) manipulador(a) é só se interessar por si mesmo(a). Qualquer que seja o assunto, interrompe assim que possível para contar uma passagem que tenha acontecido com ele(a).

Se não dominar o tema da conversa, não dá atenção ao que está sendo dito e, em poucos minutos, desvia o assunto e procura uma forma de atrair os olhares para si.

Envolver-se emocionalmente com uma pessoa manipuladora é um grande risco para a auto-estima e para a própria liberdade. O parceiro manipulador, aos poucos, se coloca como líder do relacionamento, sufocando ao mesmo tempo em que se mostra cada vez menos amoroso, gentil e capaz de manter o respeito e o afeto que deram origem à relação.

A pessoa manipuladora se fortalece, essencialmente, enfraquecendo o ego de suas vítimas. Mas o exercício da manipulação é ainda pior na esfera amorosa, porque o(a) manipulador(a) atua exatamente como um(a) insaciável, sempre pronto(a) para minar a auto-confiança do(a) parceiro(a) e transformando-o(a) em mera muleta, na qual se apóia para viver.

Além de agressões verbais, críticas, atitudes de falsa surpresa diante de um erro, ele(a) também faz tudo para afastar o(a) parceiro(a) dos amigos e da família, de modo a criar um vazio em torno do(a) outro(a). Consegue enfraquecer a rede de amizades do(a) companheiro(a) e, principalmente, afastá-lo(a) de amigos anteriores à sua união.

Muitas vezes, não proíbe abertamente e, aparentemente, pode encorajar o(a) parceiro(a) a ter amigos. Mas só aparentemente. Quando isso acontece, o(a) manipulador dá um jeito de detonar a amizade e de se mostrar desagradável, fazendo com que o(a) parceiro(a) sinta-se cada vez menos à vontade e acabe se afastando de todos.

Comportamento comum dos manipuladores de ambos os sexos

...não faz promessas porque não gosta de se comprometer. Sua frase preferida é:“você não confia em mim?”

...não pede desculpas quando não cumpre o que diz ou falha nos compromissos feitos. Em vez disso, tem sempre excelentes pretextos para se explicar. Detesta ter que admitir que errou.

...não considera as necessidades da outra pessoa. Ao contrário, impõe a sua vontade com mais ou menos sutileza. Quando usa a máscara do altruísmo, fingindo preocupar-se com os outros, geralmente mostra-se ofendido(a) se alguém o(a) censura por sua desconsideração.

...é inflexível e só muda de opinião para concordar com alguém se tiver algum interesse nisso. O que, geralmente, só é descoberto meses depois.

...é capaz de se apropriar de idéias, desejos e opiniões alheias, colhendo para si o mérito que não lhe pertence.

...impõe a sua presença e adora se intrometer na vida particular das pessoas que lhe são próximas. Mas faz isso sempre com o pretexto de querer ajudar.

...não consegue deixar de dizer coisas que provocam mal-estar nas pessoas ao redor.

...muitas vezes, transmite a idéia de que se sacrifica por alguém ou por alguma causa, mas é puro marketing.

...usa a chantagem emocional para conseguir controlar os outros. Ou então faz com que as pessoas sintam-se diminuídas e acuadas, fragilizando-as.

Argumentos usados por ele(a), para afastar o(a) parceiro(a) de suas amizades:

“Não me admira que as pessoas não venham aqui em casa, você não mantém uma conversa interessante!”

“Não se pode dizer que seu grupo de colegas seja muito brilhante.
“Confesso que estou meio decepcionado. Pensava que você tivesse amigos melhores”

“Não se diria que eles são o que você diz, quando se ouve o que falam”

Como ele(a) consegue?

... atacando as pessoas, para que justifiquem sua opinião.

...desprestigiando-as em público..

... permanecendo em silêncio ou dando ares de desinteresse.

...mostrando-se impaciente, dando a impressão de que quer que as visitas se retirem o quanto antes.

...escapando da presença dos amigos indo, ostensivamente, fazer outra coisa em vez de compartilhar com eles.

Acerca de mim

A minha foto
Setúbal, Pinhal Novo, Portugal