quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Plano de Intervenção Pedagógica

1. Assunto: Apresentação de Proposta de Formação






Exmos. Senhores,

Venho, por este meio, após o término da Formação Pedagógica Inicial de Formadores manifestar a V. Exas. o gosto em ter a oportunidade de iniciar a minha vida profissional como Formador, se possível, numa área de actividade no âmbito da minha formação Profissional.

Nesse sentido, junto envio o meu Curriculum Vitae actualizado para V. apreciação, ficando disponível para apresentar todos os elementos e esclarecimentos que V. Exas., considerem necessários numa possível entrevista.


Proposta Formação: Curso Técnicas de Socorrismo

1- INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS


Apresento a minha Proposta de Formação, no âmbito do Curso de Formação para Formadores, que tem por Título Curso Técnicas de Socorrismo.

Esta tem por objectivo habilitar os formandos com conhecimentos, teóricos e práticos, que lhes permitam prestar a primeira assistência a sinistrados.

Actualmente observa-se, na nossa sociedade, uma prevalência comportamental em relação ao Socorro de vidas Humanas, mais especificamente em Locais de Trabalho, como a Indústria, em Instituições de Carácter Público, como uma Escola, em Espaços Públicos e/ou de Lazer, entre outros. Isto porque, em qualquer um destes locais verifica-se a existência constante de pessoas, e estas, pelos mais diversificados motivos, encontram-se susceptíveis de carecer de atendimento por doença, acidentes ou outros, que necessitem de uma intervenção rápida na área da saúde, mais especificamente na área do tratamento.

Muitas das vezes, o socorro deve ser prestado de uma forma precoce, como nos casos de paragem cardio-respiratória, doença súbita ou mesmo de quedas, e é nestes aspectos que surge a importância dos diversos agentes envolvidos no processo se encontrarem despertos, para que a activação do Sistema Integrado de Emergência Médica seja efectuada o mais breve possível, e para que as sequelas resultantes sejam as menores possíveis ou mesmo nulas.

Focando especial atenção, naquela que é a mais alarmante e mais preocupante situação em que um individuo se encontra, colocando a sua vida em risco, conduzindo muitas vezes à morte, sabe-se que à luz do conhecimento médico actual, há três atitudes que modificam o resultado no socorro à vítima de paragem cardio-respiratória (PCR):

1. Pedir ajuda, accionando de imediato o Sistema Integrado de Emergência Médica;

2. Iniciar de imediato manobras de Suporte Básico de Vida (SBV);

3. Aceder à desfibrilhação tão precocemente quanto possível mas apenas quando indicado.


Estes procedimentos decorrem de uma forma encadeada e constituem uma cadeia de atitudes em que cada elo articula o procedimento anterior com o seguinte. Surge assim o conceito de Cadeia de Sobrevivência composta por quatro elos ou acções em que o funcionamento adequado de cada elo e a articulação eficaz entre os vários elos é vital para que o resultado final seja uma vida salva.


Os quatro elos da cadeia de sobrevivência são:


1. Acesso precoce ao Sistema Integrado de Emergência Médica - 112

2. Início precoce de SBV

3. Desfibrilhação precoce

4. Suporte Avançado de Vida (SAV) precoce


1. ACESSO PRECOCE


O rápido acesso ao Sistema Integrado de Emergência Médica assegura o início da Cadeia de Sobrevivência. Cada minuto sem se chamar o socorro reduz a possibilidade de sobrevivência da vítima. Para o funcionamento adequado deste elo é fundamental que quem presencia uma determinada ocorrência, seja capaz de reconhecer a gravidade da situação e saiba activar o sistema, ligando adequadamente 112 (para poder informar o quê, onde, como e quem).

A incapacidade de adoptar estes procedimentos significa falta de conhecimentos. A consciência de que estes procedimentos podem salvar vidas humanas deve ser incorporada o mais cedo possível na vida de cada cidadão.

2. SBV (Suporte Básico de Vida) PRECOCE

Para que uma vítima em perigo de vida tenha maior hipótese de sobrevivência é fundamental que sejam iniciadas, de imediato e no local onde ocorreu a situação, manobras de SBV. Isto só se consegue se quem presencia a situação tiver a capacidade de iniciar o SBV.

O SBV permite ganhar tempo, mantendo alguma circulação e alguma ventilação até à chegada de socorro mais diferenciado para instituir os procedimentos de SAV (suporte avançado de vida)

3. DESFIBRILHAÇÃO PRECOCE

A maioria das PCR no adulto, ocorrem devido a uma perturbação do ritmo cardíaco a que se chama Fibrilhação Ventricular (FV). Esta perturbação do ritmo cardíaco caracteriza-se por uma actividade eléctrica caótica de todo o coração, em que não há contracção do músculo cardíaco e, como tal, não é bombeado sangue para o organismo. O único tratamento eficaz para esta arritmia, é a desfibrilhação que, consiste na aplicação de um choque eléctrico, externamente a nível do tórax da vítima, para que a passagem da corrente eléctrica pelo coração pare a actividade caótica que este apresenta. A desfibrilhação eficaz é determinante na sobrevivência de uma PCR.

Também este elo da cadeia deve ser o mais precoce possível. A probabilidade de conseguir tratar a FV com sucesso depende do tempo. A desfibrilhação logo no 1º minuto em que se instala a FV pode ter uma taxa de sucesso próxima dos 100%, mas ao fim de 8-10 minutos a probabilidade de sucesso é quase nula.

4. SAV PRECOCE

Este elo da cadeia é uma “mais-valia”. Nem sempre a desfibrilhação é eficaz, por si só, para recuperar a vítima. Outras vezes a desfibrilhação pode não ser sequer indicada. O SAV permite conseguir uma ventilação mais eficaz (através da entubação endotraqueal) e uma circulação também mais eficaz (através da administração de fármacos). Idealmente, o SAV deverá ser iniciado ainda na fase pré-hospitalar e continuado no hospital, permitindo a estabilização das vítimas recuperadas de PCR.

Integram também este elo os cuidados pós-reanimação, que têm o objectivo de preservar a função, particularmente do cérebro e coração.

A Cadeia de Sobrevivência representa, simbolicamente, o conjunto de procedimentos que permitem salvar vítimas de paragem cardio-respiratória. Para que o resultado final possa ser, efectivamente, uma vida salva, cada um dos elos da cadeia é vital e todos devem ter a mesma força. Todos os elos da cadeia são igualmente importantes: de nada serve ter o melhor SAV se quem presencia não sabe ligar 112.


2 - OBJECTIVO GERAL


Assim, tendo em conta o apresentado, mais uma vez reforçar que esta Proposta tem por objectivo, habilitar os formandos com conhecimentos, teóricos e práticos, que lhes permitam prestar a primeira assistência a sinistrados.

3 – DESTINATÁRIOS E NÚMERO DE FORMANDO POR ACÇÃO


A presente Formação é destinada a Funcionários de empresas e instituições, sendo estes incorporados numa turma de doze (12) formandos por acção (máximo).


4 - CARGA HORÁRIA E REGIME DE FALTAS


O Curso Técnicas de Socorrismo apresenta um total de formação de 35 horas, distribuídas em componente Teórica (científico-tecnológico) de 20 horas e, componente Prática (práticas simuladas) de 15 horas.

A totalidade das horas (35h) deve ser em regime presencial, sendo obrigatória a frequência de 90% da carga horária total.



5 - MÓDULOS DA FORMAÇÃO E RESPECTIVAS DURAÇÕES


Unidades de formação Respectivas sessões Duração

(Horas)

Organização de Socorro • Sistema Integrado de Emergência Médica

• Acidentes Multivitímas 3

Avaliação da Vitima • Técnicas de Comunicação

• Exame da Vitima 3

Reanimação • Oxigenoterapia

• Suporte Básico de Vida 3

Hipovolémia • Hemorragias

• Choque Hipovolémico 3

Traumatologia • Lesões da Pele – Feridas

• Lesões da Pele – Queimaduras

• Traumatismos das Extremidades – Fracturas

• Traumatismos Crânio-Encefálicos e da Coluna 6

Parto • Preparação Parto Súbito 2

Práticas • Condições de Segurança

• Avaliação da Vitima

• Manobras de Reanimação Cardio-Respiratória

• Desobstrução da Via-Aérea

• Posição Lateral de Segurança

• Imobilização do Membro Superior

• Imobilização do Membro Inferior

• Aplicação da Maca Scoop/Pluma

• Execução do Levantamento Tradicional

• Aplicação do Colete de Extracção

• Aplicação da Técnica de Extracção do Capacete 15

TOTAL = 35

Primeiros Socorros

De acordo com a tabela pode-se enunciar como Conteúdos Programáticos desta Formação, o Sistema Integrado de Emergência Médica, o exame da vítima, o Suporte Básico de Vida, as hemorragias, a hipovolémia, a dificuldade respiratória, a hiperglicemia e a Hipoglicemia, as intoxicações, as lesões dos tecidos moles, as queimaduras, os traumatismos crânio-encefálico e vertebro-medular, a Ortotraumatologia (fracturas), e os partos.

6 - MÉTODOS PEDAGÓGICOS

Como métodos pedagógicos objectiva-se o recurso ao Método expositivo, centrado na transmissão oral dos conteúdos, assim como, ao Método demonstrativo, centrado na explicação e demonstração de tarefas seguida da realização de exercícios práticos.


7 - LOCAIS DE REALIZAÇÃO

A Formação terá lugar nas instalações do cliente.

8 - DATA E HORÁRIO DE REALIZAÇÃO

A acordar com a empresa/instituição.

Se possível em regime pós-laboral entre as 19h00 e as 22h00, e Sábados das 09h00 às 16h00, com intervalo de 1 hora para refeição.

9 – AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

A Avaliação do presente Curso encontra-se dividida em dois momentos, o de Avaliação formativa, realizada ao longo da acção e em todas as situações de aprendizagem, e o de Avaliação sumativa, realizada no final da acção através da aplicação de uma prova de escolha múltipla.

10- AVALIAÇÃO DOS FORMADORES E DA FORMAÇÃO

A avaliação dos formadores e da formação será feita através de um questionário de avaliação.


11 – RESULTADOS ESPERADOS


No final deste curso espera-se que todos os formandos fiquem consciencializados para a importância do socorro precoce, encaminhando-os para a redução dos riscos profissionais, e com conhecimento para agirem de forma correcta e adequada perante uma emergência, onde estejam, no local de trabalho, em casa, em locais públicos, etc…, avaliando se as competências adquiridas, foram um maior contributo para a empresa ou instituição, ex. redução dos acidentes de trabalho, accionamento de meios eficaz consciencialização dos riscos laborais, etc…


A avaliação pós formação, depois de um período considerável 6 meses, efectua-se levantamento de estatísticas, sobre vitimas socorridas pelos “formandos” e considera-se os seguintes itens: situação ex. AVC, qualidade do socorro e prestação dos cuidados efectuados, qual o agravamento da situação ou não, após o AVC, se considera que o socorro eficaz aumentou a qualidade de vida e se caso não fosse socorrido de forma correcta como teria sido no futuro a recuperação ou se teria a mesma qualidade de vida que tem hoje. Nesta vertente a empresa ou instituição pode verificar se devido às competências adquiridas pelos seus colaboradores melhorou significativamente, ex. acidentes de trabalho, menos absentismo “ Baixas Médicas, Seguro” , etc…

12 – CERTIFICAÇÃO


Concluído o curso, com aproveitamento, é emitido o respectivo certificado e cartão de socorrista válido durante três anos.


13 - RECURSOS DIDÁCTICOS E LOGÍSTICOS


Para a realização do presente Curso, serão distribuídos, aos formandos, manuais de primeiros socorros.

A disponibilizar pelo cliente (nas acções ministradas nas instalações do cliente):

• Sala de formação equipada com computador, videoprojector, quadro, marcadores e apagador.

Manequins para prática e outros equipamentos técnicos serão da responsabilidade do Formador.

• COTAÇÃO:

Valor hora € 25 X 35h= €875 incluindo material Técnico


14 – CONSIDERAÇÕES FINAIS



Terminada a apresentação da Formação que se pretende realizar, é importante fazer uma consideração final, de tudo o que foi referido.

Sendo cada um de nós cidadãos e agentes da protecção civil, cabe-nos a nós investir na formação contínua, muitas das vezes proporcionada pelos locais de trabalho, na área do socorro a vítimas.

A necessidade de receber socorro de uma forma precoce e adequada pode surgir em qualquer lugar e em qualquer altura, e cabe a cada um de nós activar o Sistema Integrado de Emergência Médica, para que os diferentes elos possam entrar em acção e para que a qualidade de vida de muitas pessoas possa ser melhorada de uma forma significativa, assim como para que saibamos que foi feito tudo o que é possível, em tempo útil para que uma vida humana pudesse continuar.

É com este intuito que considero importante habilitar cidadãos para o préstimo de socorro de vidas humanas.

Este começa como referido pela activação do Sistema Integrado de Emergência Médica que através dos seus diferentes elos presta os cuidados necessários à vítima.

O cidadão que faz o primeiro alerta e que activa a cadeia deve ser portador de alguns conhecimentos, que primeiro o ajudem a identificar a situação e que o ajudem a prestar alguns cuidados básicos até á chegada de um apoio mais diferenciado.

É neste último parágrafo que toda esta Formação tem o seu suporte, é nele que podemos justificar a importância da realização deste tipo de Curso à população. Os conceitos que se pretende ministrar, sem dúvida, auxiliarão na prestação de um socorro melhor, até à ajuda mais diferenciada, e como popularmente se diz “pequenos gestos salvam vidas” e estes pequenos gestos certamente que poderão salvar. É com este pensamento que encontro motivação para que este Projecto tenha uma forma e um rumo.



Obrigado

Formação Pedagógica de Formadores

Com o intuito de dar a conhecer os trabalhos exigidos pela formação, para finalização do curso de formador anexo para conhecimento e consulta.


PREPARAÇÃO DO PLANO DE SECÇÃO

Módulo III - Equipamentos, Manobras e Motobombas


Nós e Ligações



O Curso Inicial de Bombeiro, aprovado pela Escola nacional de Bombeiros, encontra-se dividido em 6 Unidades Temáticas, sendo estas respectivamente, Introdução ao Serviço dos Bombeiros, Técnicas de Socorrismo, Equipamentos, Manobras e Motobombas, Técnicas de Salvamento e Desencarceramento, Operações de Extinção de Incêndios Urbanos e Industriais e por último, Operações de Extinção de Incêndios Florestais.

Este Curso é ministrado nos Corpos de Bombeiros a jovens com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos, que tenham por objectivo integrar a Carreira de Bombeiro, prestando assim cuidados à população, naquele que é o âmbito de actuação dos Bombeiros, enquanto Agentes da Protecção Civil.

São Pré-requisitos para a frequência deste curso da Escolaridade mínima 9º ano, Certificado de Robustez Física e Atestado Médico e Registo Criminal sem antecedentes. Verificadas estas condições o formando encontra-se apto a frequentar o curso.

O sucesso num módulo implica a frequência do módulo seguinte, e o insucesso condiciona a repetição do módulo em questão num curso seguinte.

Esta sessão, enquadrada na Unidade Temática Equipamentos, Manobras e Motobombas (Módulo III), tem como um dos conteúdos programáticos os Nós e Ligações.

Nesta sessão, com tempo previsto de 25 minutos, pretende-se que os formandos adquiram conhecimentos sobre nós elementares, as suas características e a sua execução no salvamento de vítimas, pelo que se espera que no final da sessão estes tenham adquirido conhecimento sobre o nó de Oito, a sua execução, características e utilização; entendam que o nó de oito tem múltiplas aplicações, principalmente em ancoragem para escalada e Resgate; compreendam que quanto maior é a força exercida nas pontas (chicote) maior a firmeza do nó e que é relativamente fácil de desatar mesmo após grandes pressões; saibam executar o nó de oito, aplicando-o de forma correcta nas situações que o exija.

No final da mesma, será efectuada a avaliação por forma a garantir o sucesso na aprendizagem recorrendo-se a uma ficha de avaliação dos conteúdos ministrados na sessão.





Curso: Inicial de Bombeiro Módulo: III Acção n.º: 1/3

Local: EPA (Escola Profissional de Almada) 1

Público-alvo: Jovens entre os 18 anos e os 35 anos Horário: 11h00 ás 11h25 Duração: 25 minutos



Formador: Vasco Manuel Miguel Marto



Pré-requisitos:





Objectivos Gerais: Reterem conhecimento sobre o nó de Oito, as suas características e a sua execução no salvamento de vítimas,



Conteúdos Programáticos

Etapa da Sessão

Objectivos Específicos Métodos e Técnicas Pedagógicas Materiais e Equipamentos

Actividades Didácticas

Avaliação de Conhecimentos

Previsto Alternativa Previsto Alternativa

Introdução Apresentação:

Adquirirem Conhecimentos sobre, o Nó de Oito e suas Aplicações.

Pré-adquiridos

A Importância da temática



O Formando deve ser capaz de adquirir conhecimento, sobre o Nó de Oito, a sua execução, características, e sua utilização. Método Expositivo

Método Demonstrativo

Técnica de perguntas:

Ex: qual a importância da sessão. Computador, retroprojector de vídeo, Apresentação. PowerPoint, Manual Projector acetatos /

Flip-Chart Exposição de Conteúdos e Formulação de Perguntas

Exposição de Conteúdos e Formulação de Perguntas com apoio ao Manual



Atacadores dos sapatos ou botas 3 Minutos Diagnostica:





Formulação de questões

Desenvolvimento Conceito do Nó aplicado, em ravinas e em meio urbano, Risco Inerente á actividade, dotar os formandos de técnicas Inerentes ao Salvamento de Vítimas, aplicando o Nó correctamente

O Formando deve ser capaz de identificar as múltiplas aplicações do Nó de Oito.

Principalmente em ancoragens para escalada e Resgate Método Expositivo

Método Demonstrativo



Computador, retroprojector de vídeo, Apresentação. PowerPoint

Cordeletas de 6mm, com 70cm Projector acetatos/

Flip-Chart

Corda simples/ atacadores Contacto com Cordeletas de 6mm, com 70cm 3 Minutos

Contínua:









Exemplificarem a execução do Nó de Oito







As Principais Características do Nó de Oito



O Formando deve de reconhecer as Principais Características do Nó de Oito. Quanto maior é a força exercida nas pontas (chicotes) maior a firmeza do nó. Relativamente fácil de desatar mesmo após grandes pressões. Método Demonstrativo



Cordeletas de 6mm, com 70cm Corda simples / atacadores Execução o Nó de Oito com orientação do Formador e todos os Formandos (Grupo) Execução do Nó pelo Formador 4 Minutos



Aplicação do Nó de Oito distinguindo, aplicando a técnica adequada.

Síntese





O Formando deve ser capaz de saber fazer e Identificar os passos correctos na execução do Nó de Oito Método Demonstrativo Cordeletas de 6mm, com 70cm Corda simples/ atacadores Execução do Nó de Oito sem orientação, pelos Formandos, individualmente

Execução do Nó por um Formando que tenha adquirido a Técnica 10 Minutos

Conclusão

Avaliação de Conhecimentos Adquiridos:

Teste de avaliação

Corrigir

Comunicar Resultados

Síntese Objectivo final

Avaliar a Aprendizagem

Comunicar Resultados

Efectuar correcção com o Grupo, focando os pontos menos conseguidos

Método Expositivo

Método Interrogativo

Esclarecimento de questões Computador, retroprojector de vídeo, Apresentação. PowerPoint Flip-Chart

Manual, canetas Realização de Teste Escrito Teste Prático 5 Minutos Final:



Execução de ficha de avaliação, e informação de resultados.

Duração da sessão 25 minutos

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

O que os Colaboradores esperam da Empresa

Novos tempos.


Antes, o empregador era o patrão e chamávamos de trabalhador ou de empregado, aos que prestavam seus serviços às empresas.

Hoje, tratamos como colaboradores.

E acho até que essa nomenclatura é bem apropriada, pois são eles que verdadeiramente “colaboram” para a viabilização e sustentação dos negócios.

Portanto, os empreendedores devem repensar no relacionamento a ser mantido como o seu público interno – seus colaboradores.

Podemos destacar pontos que são essenciais e que representam a grande expectativa do funcionário quando ingressa numa empresa.

Merecem destaque: a liderança, senso de justiça e equidade, a transparência, o respeito, o reconhecimento, o aprendizado profissional, a possibilidade de desenvolvimento na carreira, estímulos para que se motive permanentemente, o “feed-back” sobre o seu desempenho.

O colaborador espera que haja uma liderança que conduza o grupo a ações e esforços que promova resultados a favor de todos – empresa, empresário e seus funcionários.

Esperam que o líder seja um facilitador, que os ajude no cumprimento das tarefas, que os estimule para alcançarem os objetivos de todos.

Esperam que o líder seja o grande exemplo a ser seguido.

E esse exemplo passa pela ética, pelo respeito às pessoas, por um tratamento baseado na justiça e na igualdade, sem diferenciar ninguém. Todos são iguais e merecem tratamento igual.

Todos são importantes e merecem participar. Podem opinar; podem sugerir.

Assim, cria-se uma equipe participativa, integrada, envolvida.

E lembre-se: o colaborador quer sentir-se importante e integrante do processo.

Pense que o seu colaborador, como qualquer ser humano inclusive você, gosta de ser reconhecido, de ser elogiado, de ser recompensado.

Procure criar estímulos para que eles se mantenham motivados o tempo todo.

Procure possibilitar o desenvolvimento profissional de cada um deles.

Saiba que a sua empresa também vai ganhar com isso.

Invista na capacitação dos seus colaboradores.

Melhore a inteligência competitiva da sua empresa.

Promova reuniões periódicas, debatendo a produtividade, a performance, o desempenho da equipe.

Faça a mesma coisa individualmente. Dê o “feed-back” para cada um.



Avalie cada um dos seus colaboradores.

Faça críticas, se tiver que fazer, mas ofereça alguma alternativa e ou sugestão para que ele melhore.

Procure conversar: é conversando que as pessoas se entendem.

Finalizando, vamos relembrar um ensinamento bíblico e que também pode ser aplicado nos negócios: “Devemos tratar os outros como gostaríamos de ser tratados”.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

O que o País Necessitava Novamente ( 5 de Outubro de 1910 )

Para Relembrar resumindo em poucas letras


A República é instaurada, em 5 de Outubro de 1910, e o jovem rei D. Manuel II parte para o exílio em Inglaterra. Após vários anos de instabilidade política, com lutas de trabalhadores, tumultos, levantamentos, homicídios políticos e crises financeiras (problemas que a participação na I Guerra Mundial contribuiu para aprofundar), o Exército tomou o poder, em 1926. O regime militar nomeou ministro das Finanças António de Oliveira Salazar (1928), professor da Universidade de Coimbra, que pouco depois foi nomeado Presidente do Conselho de Ministros (1932).

Ao mesmo tempo que restaurou as finanças, instituiu o Estado Novo, regime autoritário de corporativismo de Estado, com partido único e sindicatos estatais, com afinidades bem marcadas com o fascismo pelo menos até 1945. Em 1968, afastado do poder por doença, sucedeu-lhe Marcelo Caetano.

A recusa do regime em descolonizar as províncias ultramarinas resultou no início da guerra colonial, primeiro em Angola (1961) e em seguida na Guiné-Bissau (1963) e em Moçambique (1964). Apesar das críticas de alguns dos mais antigos oficiais do Exército, entre os quais o general António de Spínola, o governo parecia determinado em continuar esta política. Com o seu livro Portugal e o Futuro, em que defendia a insustentabilidade de uma solução militar nas guerras do Ultramar, Spínola seria destituído, o que agravou o crescente mal-estar entre os jovens oficiais do Exército, os quais, no dia 25 Abril de 1974 desencadearam um golpe de estado.

A este sucedeu-se um período de confronto político muito aceso entre forças sociais e políticas, designado como Processo Revolucionário em Curso, com especial ênfase durante o Verão de 1975, a que se chamou Verão Quente, no qual o país esteve prestes a cair num novo período de ditadura, desta vez de orientação comunista. Neste período Portugal concede a independência de todas as suas antigas colónias em África.





"Foto de Família" na cerimónia de assinatura do Tratado de Lisboa.

A 25 de Novembro de 1975 diversos sectores da esquerda radical (essencialmente pára-quedistas e polícia militar na Região Militar de Lisboa), provocados pelas notícias, levam a cabo uma tentativa de golpe de estado, que no entanto não tem nenhuma liderança clara. O Grupo dos Nove reage pondo em prática um plano militar de resposta, liderado por António Ramalho Eanes. Este triunfa e no ano seguinte consolida-se a democracia. O próprio Ramalho Eanes é no ano seguinte o primeiro Presidente da República eleito por sufrágio universal. Aprova-se uma Constituição democrática e estabelecem-se os poderes políticos locais (autarquias) e governos autónomos regionais nos Açores e Madeira.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

O Rendimento Minimo dá que pensar...

Um Burro da Carrasqueira, da Universidade da Caramelandia, depois de ler este artigo publicado por (Adrian Rogers 1931) achou por bem publicar no seu blogge com pequenas alterações.Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que nunca havia reprovado um aluno antes, mas uma vez, reprovou uma turma inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que um regime igualitário realmente
funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria
igualitário e "justo."

O professor então disse, "Ok, vamos fazer
uma experiência igualitária nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos
as vossas notas de avaliação nas provas."

Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma, e portanto seriam "justas."
porque iguais. Isso quis dizer que todos iriam receber as mesmas
notas, o que significou que ninguém iria ser reprovado. Isso também
quis dizer que obviamente ninguém iria receber um "20"...

Depois
das primeiras avaliações sairem foi feita a média e todos receberam
"13". Nesta altura quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os
alunos que não se esforçaram ficaram felizes da vida com o resultado.

Quando
a segunda prova foi feita os alunos preguiçosos continuaram no seu
ritmo , pois que acreditavam que a média da turma os continuaria a
beneficiar. Já os alunos aplicados entenderam que também eles teriam
direito a baixar o ritmo , agindo contra a sua própria natureza.

Resultado,
a segunda média das avaliações foi " 8".
Ninguém gostou.

Depois
da terceira prova, a média geral acabou por descambar e voltou a
descer para o "5".

As notas nunca mais voltaram aos patamares
mais altos, mas ao invés, as desavenças entre os alunos, buscas por
culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas
daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a
principal causa das reclamações e inimizades que passaram a fazer parte
daquela turma.

No final das contas, ninguém se sentia obrigado a
estudar para beneficiar o resto da sala. Resultado : Todos os alunos
chumbaram naquela disciplina... porque todos eram «iguais».

O
professor explicou que a experiência igualitária tinha falhado porque
ela traduziu-se na desmotivação dos participantes. Preguiça e mágoa foi o
resultado. "Quando a recompensa é grande", disse, "o esforço pelo
sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.

"É impossível
levar o pobre à prosperidade através de acções que punam os mais
afortunados pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar,
obriga a que outra pessoa deva trabalhar sem receber.
O governo não
pode «dar» a alguém aquilo que tira a outro alguém.
Quando metade de
uma população começa a entender a ideia de que não precisa trabalhar,
pois a outra metade da população irá sustenta-la, e quando esta outra
metade entende que não vale a pena trabalhar para sustentar a primeira
metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível
multiplicar riqueza dividindo-a."

terça-feira, 29 de junho de 2010

Perfil de um Manipulador " O mastro que temos que Carregar "

“A pessoa manipuladora é, antes de tudo, invisível”, , só o tempo e a convivência permitem reconhecer o(a) típico(a) manipulador(a). Porém, com o hábito e a observação, torna-se possível identificá-lo(a) cada vez mais rapidamente.

concluiu que as características de manipuladores do sexo masculino e feminino são exatamente as mesmas. De acordo com as estatísticas, quase todo mundo já teve ou tem contato com, pelo menos, uma pessoa manipuladora durante a vida.

“Com algumas exceções, o(a) manipulador(a) não tem consciência de suas atitudes devastadoras. O egocentrismo dele(a) é tão forte que é incapaz de perceber o que os outros sentem. “Aqueles que são conscientes e não querem mudar, beiram a perversidade”, completa.

No plano amoroso, a médio prazo, o tipo manipulador não consegue manter a harmonia. Discussões (em particular ou em público), clima ruim (que muitas vezes os amigos não percebem), separações, sofrimento, costumam marcar a vida de uma pessoa manipuladora.

Quando o relacionamento desse tipo acaba, geralmente, não fica nem amizade. Isso porque o(a) ex- parceiro(a) sente-se tão aliviado por ter se livrado da manipulação que é incapaz de ter bons sentimento por quem o(a) torturou.

Com quem você está lidando?

Uma das principais características do(a) manipulador(a) é só se interessar por si mesmo(a). Qualquer que seja o assunto, interrompe assim que possível para contar uma passagem que tenha acontecido com ele(a).

Se não dominar o tema da conversa, não dá atenção ao que está sendo dito e, em poucos minutos, desvia o assunto e procura uma forma de atrair os olhares para si.

Envolver-se emocionalmente com uma pessoa manipuladora é um grande risco para a auto-estima e para a própria liberdade. O parceiro manipulador, aos poucos, se coloca como líder do relacionamento, sufocando ao mesmo tempo em que se mostra cada vez menos amoroso, gentil e capaz de manter o respeito e o afeto que deram origem à relação.

A pessoa manipuladora se fortalece, essencialmente, enfraquecendo o ego de suas vítimas. Mas o exercício da manipulação é ainda pior na esfera amorosa, porque o(a) manipulador(a) atua exatamente como um(a) insaciável, sempre pronto(a) para minar a auto-confiança do(a) parceiro(a) e transformando-o(a) em mera muleta, na qual se apóia para viver.

Além de agressões verbais, críticas, atitudes de falsa surpresa diante de um erro, ele(a) também faz tudo para afastar o(a) parceiro(a) dos amigos e da família, de modo a criar um vazio em torno do(a) outro(a). Consegue enfraquecer a rede de amizades do(a) companheiro(a) e, principalmente, afastá-lo(a) de amigos anteriores à sua união.

Muitas vezes, não proíbe abertamente e, aparentemente, pode encorajar o(a) parceiro(a) a ter amigos. Mas só aparentemente. Quando isso acontece, o(a) manipulador dá um jeito de detonar a amizade e de se mostrar desagradável, fazendo com que o(a) parceiro(a) sinta-se cada vez menos à vontade e acabe se afastando de todos.

Comportamento comum dos manipuladores de ambos os sexos

...não faz promessas porque não gosta de se comprometer. Sua frase preferida é:“você não confia em mim?”

...não pede desculpas quando não cumpre o que diz ou falha nos compromissos feitos. Em vez disso, tem sempre excelentes pretextos para se explicar. Detesta ter que admitir que errou.

...não considera as necessidades da outra pessoa. Ao contrário, impõe a sua vontade com mais ou menos sutileza. Quando usa a máscara do altruísmo, fingindo preocupar-se com os outros, geralmente mostra-se ofendido(a) se alguém o(a) censura por sua desconsideração.

...é inflexível e só muda de opinião para concordar com alguém se tiver algum interesse nisso. O que, geralmente, só é descoberto meses depois.

...é capaz de se apropriar de idéias, desejos e opiniões alheias, colhendo para si o mérito que não lhe pertence.

...impõe a sua presença e adora se intrometer na vida particular das pessoas que lhe são próximas. Mas faz isso sempre com o pretexto de querer ajudar.

...não consegue deixar de dizer coisas que provocam mal-estar nas pessoas ao redor.

...muitas vezes, transmite a idéia de que se sacrifica por alguém ou por alguma causa, mas é puro marketing.

...usa a chantagem emocional para conseguir controlar os outros. Ou então faz com que as pessoas sintam-se diminuídas e acuadas, fragilizando-as.

Argumentos usados por ele(a), para afastar o(a) parceiro(a) de suas amizades:

“Não me admira que as pessoas não venham aqui em casa, você não mantém uma conversa interessante!”

“Não se pode dizer que seu grupo de colegas seja muito brilhante.
“Confesso que estou meio decepcionado. Pensava que você tivesse amigos melhores”

“Não se diria que eles são o que você diz, quando se ouve o que falam”

Como ele(a) consegue?

... atacando as pessoas, para que justifiquem sua opinião.

...desprestigiando-as em público..

... permanecendo em silêncio ou dando ares de desinteresse.

...mostrando-se impaciente, dando a impressão de que quer que as visitas se retirem o quanto antes.

...escapando da presença dos amigos indo, ostensivamente, fazer outra coisa em vez de compartilhar com eles.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Contraindicações da Vacina ( H1N1)


Pregar contra a vacina do H1N1
A história de... Teresa Forcades, freira beneditina catalã, doutorada em medicina


A religiosa investigou sobre a gripe A e ficou alarmada com a informação recolhida. Gravou um vídeo de 60 minutos, que corre o mundo no YouTube. "Digam não à vacina" é o seu grito de alerta.
Graças à gripe A e ao YouTube, a freira beneditina espanhola Teresa Forcades tornou-se rapidamente conhecida por todo o Mundo. Num vídeo com a duração de aproximadamente 60 minutos, a religiosa "prega" ao mundo contra a vacina da gripe A, alerta para os riscos que ela comporta e defende que ninguém deva ser obrigado a vacinar-se.
Que conhecimentos tem uma freira beneditina para iniciar uma espécie de cruzada contra a vacina do vírus H1N1? No vídeo, a freira catalã - autora dos livros "Os crimes das grandes companhias farmacêuticas" e "A teologia feminista" - começa por dar conta da sua formação académica, não vá haver dúvidas. É doutorada em Medicina pela Universidade de Barcelona. Estudou Teologia na Universidade norte-americana de Harvard e tomou ordens no mosteiro de Sant Benet, próximo de Montserrat, próximo de Barcelona.
Teresa Forcades foi convidada a fazer um estudo exaustivo sobre o vírus da gripe A. Concluída a investigação, a freira ficou preocupada com todo o alarido gerado em torno de uma propalada pandemia. E ainda mais intranquila ficou ao saber que a Organização Mundial de Saúde (OMS) poderia vir a considerar a vacinação obrigatória. Numa espécie de "cruzada" contra "interesses económicos" da indústria farmacêutica, a religiosa correu a posar para uma "webcam" e preparar um vídeo de alerta para o mundo. Hoje, já milhões de pessoas ouviram, com atenção, as suas explicações.
Começa por salientar que a gripe A é uma enfermidade com índices de mortalidade inferiores aos da gripe sazonal. "Se a mortalidade é menor, como se pode declarar uma pandemia?", indaga. Teresa Forcades considera "inexplicável" o grau de "irresponsabilidade" demonstrado pela OMS, pelos governos e pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo "sem uma base real".
A freira enumera três novidades na vacina contra o H1N1 em relação à vacina contra a gripe sazonal. Começa por dizer que os laboratórios farmacêuticos criaram uma vacina de forma a que apenas uma injecção não seja suficiente para a inoculação, sendo, antes, necessárias duas doses. Além disso - realça -, a OMS recomenda que também não se deixe de tomar a vacina da gripe sazonal, o que leva uma pessoa a expor-se a ser injectada três vezes. Segunda novidade para a religiosa é o facto de alguns laboratório terem juntado à vacina coadjuvantes mais potentes do que aqueles utilizados até agora na vacina anual. Terceira e última novidade: a indústria farmacêutica está a exigir aos estados que assinem acordos que lhes proporcionem impunidade caso as vacinas tenham mais efeitos secundários do que os previstos. Os EUA já assinaram um acordo que libera tanto os políticos como as farmacêuticas de toda a responsabilidade pelos efeitos secundários da vacina.
Em jeito de conclusão, Teresa Forcades deixa claro ser necessário manter a calma, tomar as precauções sensatas para evitar o contágio e, sobretudo, "não deixar-se vacinar".
E termina com um apelo: "Peço que se active com carácter urgente os mecanismos legais (...) para assegurar de forma clara que não se poderá forçar ninguém no nosso país a vacinar-se contra a sua vontade e os que decidam livremente vacinar-se não sejam privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito a serem recompensados economicamente (eles e os seus familiares) no caso da vacina lhes causar uma doença grave ou a morte".
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