quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Plano de Intervenção Pedagógica

1. Assunto: Apresentação de Proposta de Formação






Exmos. Senhores,

Venho, por este meio, após o término da Formação Pedagógica Inicial de Formadores manifestar a V. Exas. o gosto em ter a oportunidade de iniciar a minha vida profissional como Formador, se possível, numa área de actividade no âmbito da minha formação Profissional.

Nesse sentido, junto envio o meu Curriculum Vitae actualizado para V. apreciação, ficando disponível para apresentar todos os elementos e esclarecimentos que V. Exas., considerem necessários numa possível entrevista.


Proposta Formação: Curso Técnicas de Socorrismo

1- INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS


Apresento a minha Proposta de Formação, no âmbito do Curso de Formação para Formadores, que tem por Título Curso Técnicas de Socorrismo.

Esta tem por objectivo habilitar os formandos com conhecimentos, teóricos e práticos, que lhes permitam prestar a primeira assistência a sinistrados.

Actualmente observa-se, na nossa sociedade, uma prevalência comportamental em relação ao Socorro de vidas Humanas, mais especificamente em Locais de Trabalho, como a Indústria, em Instituições de Carácter Público, como uma Escola, em Espaços Públicos e/ou de Lazer, entre outros. Isto porque, em qualquer um destes locais verifica-se a existência constante de pessoas, e estas, pelos mais diversificados motivos, encontram-se susceptíveis de carecer de atendimento por doença, acidentes ou outros, que necessitem de uma intervenção rápida na área da saúde, mais especificamente na área do tratamento.

Muitas das vezes, o socorro deve ser prestado de uma forma precoce, como nos casos de paragem cardio-respiratória, doença súbita ou mesmo de quedas, e é nestes aspectos que surge a importância dos diversos agentes envolvidos no processo se encontrarem despertos, para que a activação do Sistema Integrado de Emergência Médica seja efectuada o mais breve possível, e para que as sequelas resultantes sejam as menores possíveis ou mesmo nulas.

Focando especial atenção, naquela que é a mais alarmante e mais preocupante situação em que um individuo se encontra, colocando a sua vida em risco, conduzindo muitas vezes à morte, sabe-se que à luz do conhecimento médico actual, há três atitudes que modificam o resultado no socorro à vítima de paragem cardio-respiratória (PCR):

1. Pedir ajuda, accionando de imediato o Sistema Integrado de Emergência Médica;

2. Iniciar de imediato manobras de Suporte Básico de Vida (SBV);

3. Aceder à desfibrilhação tão precocemente quanto possível mas apenas quando indicado.


Estes procedimentos decorrem de uma forma encadeada e constituem uma cadeia de atitudes em que cada elo articula o procedimento anterior com o seguinte. Surge assim o conceito de Cadeia de Sobrevivência composta por quatro elos ou acções em que o funcionamento adequado de cada elo e a articulação eficaz entre os vários elos é vital para que o resultado final seja uma vida salva.


Os quatro elos da cadeia de sobrevivência são:


1. Acesso precoce ao Sistema Integrado de Emergência Médica - 112

2. Início precoce de SBV

3. Desfibrilhação precoce

4. Suporte Avançado de Vida (SAV) precoce


1. ACESSO PRECOCE


O rápido acesso ao Sistema Integrado de Emergência Médica assegura o início da Cadeia de Sobrevivência. Cada minuto sem se chamar o socorro reduz a possibilidade de sobrevivência da vítima. Para o funcionamento adequado deste elo é fundamental que quem presencia uma determinada ocorrência, seja capaz de reconhecer a gravidade da situação e saiba activar o sistema, ligando adequadamente 112 (para poder informar o quê, onde, como e quem).

A incapacidade de adoptar estes procedimentos significa falta de conhecimentos. A consciência de que estes procedimentos podem salvar vidas humanas deve ser incorporada o mais cedo possível na vida de cada cidadão.

2. SBV (Suporte Básico de Vida) PRECOCE

Para que uma vítima em perigo de vida tenha maior hipótese de sobrevivência é fundamental que sejam iniciadas, de imediato e no local onde ocorreu a situação, manobras de SBV. Isto só se consegue se quem presencia a situação tiver a capacidade de iniciar o SBV.

O SBV permite ganhar tempo, mantendo alguma circulação e alguma ventilação até à chegada de socorro mais diferenciado para instituir os procedimentos de SAV (suporte avançado de vida)

3. DESFIBRILHAÇÃO PRECOCE

A maioria das PCR no adulto, ocorrem devido a uma perturbação do ritmo cardíaco a que se chama Fibrilhação Ventricular (FV). Esta perturbação do ritmo cardíaco caracteriza-se por uma actividade eléctrica caótica de todo o coração, em que não há contracção do músculo cardíaco e, como tal, não é bombeado sangue para o organismo. O único tratamento eficaz para esta arritmia, é a desfibrilhação que, consiste na aplicação de um choque eléctrico, externamente a nível do tórax da vítima, para que a passagem da corrente eléctrica pelo coração pare a actividade caótica que este apresenta. A desfibrilhação eficaz é determinante na sobrevivência de uma PCR.

Também este elo da cadeia deve ser o mais precoce possível. A probabilidade de conseguir tratar a FV com sucesso depende do tempo. A desfibrilhação logo no 1º minuto em que se instala a FV pode ter uma taxa de sucesso próxima dos 100%, mas ao fim de 8-10 minutos a probabilidade de sucesso é quase nula.

4. SAV PRECOCE

Este elo da cadeia é uma “mais-valia”. Nem sempre a desfibrilhação é eficaz, por si só, para recuperar a vítima. Outras vezes a desfibrilhação pode não ser sequer indicada. O SAV permite conseguir uma ventilação mais eficaz (através da entubação endotraqueal) e uma circulação também mais eficaz (através da administração de fármacos). Idealmente, o SAV deverá ser iniciado ainda na fase pré-hospitalar e continuado no hospital, permitindo a estabilização das vítimas recuperadas de PCR.

Integram também este elo os cuidados pós-reanimação, que têm o objectivo de preservar a função, particularmente do cérebro e coração.

A Cadeia de Sobrevivência representa, simbolicamente, o conjunto de procedimentos que permitem salvar vítimas de paragem cardio-respiratória. Para que o resultado final possa ser, efectivamente, uma vida salva, cada um dos elos da cadeia é vital e todos devem ter a mesma força. Todos os elos da cadeia são igualmente importantes: de nada serve ter o melhor SAV se quem presencia não sabe ligar 112.


2 - OBJECTIVO GERAL


Assim, tendo em conta o apresentado, mais uma vez reforçar que esta Proposta tem por objectivo, habilitar os formandos com conhecimentos, teóricos e práticos, que lhes permitam prestar a primeira assistência a sinistrados.

3 – DESTINATÁRIOS E NÚMERO DE FORMANDO POR ACÇÃO


A presente Formação é destinada a Funcionários de empresas e instituições, sendo estes incorporados numa turma de doze (12) formandos por acção (máximo).


4 - CARGA HORÁRIA E REGIME DE FALTAS


O Curso Técnicas de Socorrismo apresenta um total de formação de 35 horas, distribuídas em componente Teórica (científico-tecnológico) de 20 horas e, componente Prática (práticas simuladas) de 15 horas.

A totalidade das horas (35h) deve ser em regime presencial, sendo obrigatória a frequência de 90% da carga horária total.



5 - MÓDULOS DA FORMAÇÃO E RESPECTIVAS DURAÇÕES


Unidades de formação Respectivas sessões Duração

(Horas)

Organização de Socorro • Sistema Integrado de Emergência Médica

• Acidentes Multivitímas 3

Avaliação da Vitima • Técnicas de Comunicação

• Exame da Vitima 3

Reanimação • Oxigenoterapia

• Suporte Básico de Vida 3

Hipovolémia • Hemorragias

• Choque Hipovolémico 3

Traumatologia • Lesões da Pele – Feridas

• Lesões da Pele – Queimaduras

• Traumatismos das Extremidades – Fracturas

• Traumatismos Crânio-Encefálicos e da Coluna 6

Parto • Preparação Parto Súbito 2

Práticas • Condições de Segurança

• Avaliação da Vitima

• Manobras de Reanimação Cardio-Respiratória

• Desobstrução da Via-Aérea

• Posição Lateral de Segurança

• Imobilização do Membro Superior

• Imobilização do Membro Inferior

• Aplicação da Maca Scoop/Pluma

• Execução do Levantamento Tradicional

• Aplicação do Colete de Extracção

• Aplicação da Técnica de Extracção do Capacete 15

TOTAL = 35

Primeiros Socorros

De acordo com a tabela pode-se enunciar como Conteúdos Programáticos desta Formação, o Sistema Integrado de Emergência Médica, o exame da vítima, o Suporte Básico de Vida, as hemorragias, a hipovolémia, a dificuldade respiratória, a hiperglicemia e a Hipoglicemia, as intoxicações, as lesões dos tecidos moles, as queimaduras, os traumatismos crânio-encefálico e vertebro-medular, a Ortotraumatologia (fracturas), e os partos.

6 - MÉTODOS PEDAGÓGICOS

Como métodos pedagógicos objectiva-se o recurso ao Método expositivo, centrado na transmissão oral dos conteúdos, assim como, ao Método demonstrativo, centrado na explicação e demonstração de tarefas seguida da realização de exercícios práticos.


7 - LOCAIS DE REALIZAÇÃO

A Formação terá lugar nas instalações do cliente.

8 - DATA E HORÁRIO DE REALIZAÇÃO

A acordar com a empresa/instituição.

Se possível em regime pós-laboral entre as 19h00 e as 22h00, e Sábados das 09h00 às 16h00, com intervalo de 1 hora para refeição.

9 – AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS

A Avaliação do presente Curso encontra-se dividida em dois momentos, o de Avaliação formativa, realizada ao longo da acção e em todas as situações de aprendizagem, e o de Avaliação sumativa, realizada no final da acção através da aplicação de uma prova de escolha múltipla.

10- AVALIAÇÃO DOS FORMADORES E DA FORMAÇÃO

A avaliação dos formadores e da formação será feita através de um questionário de avaliação.


11 – RESULTADOS ESPERADOS


No final deste curso espera-se que todos os formandos fiquem consciencializados para a importância do socorro precoce, encaminhando-os para a redução dos riscos profissionais, e com conhecimento para agirem de forma correcta e adequada perante uma emergência, onde estejam, no local de trabalho, em casa, em locais públicos, etc…, avaliando se as competências adquiridas, foram um maior contributo para a empresa ou instituição, ex. redução dos acidentes de trabalho, accionamento de meios eficaz consciencialização dos riscos laborais, etc…


A avaliação pós formação, depois de um período considerável 6 meses, efectua-se levantamento de estatísticas, sobre vitimas socorridas pelos “formandos” e considera-se os seguintes itens: situação ex. AVC, qualidade do socorro e prestação dos cuidados efectuados, qual o agravamento da situação ou não, após o AVC, se considera que o socorro eficaz aumentou a qualidade de vida e se caso não fosse socorrido de forma correcta como teria sido no futuro a recuperação ou se teria a mesma qualidade de vida que tem hoje. Nesta vertente a empresa ou instituição pode verificar se devido às competências adquiridas pelos seus colaboradores melhorou significativamente, ex. acidentes de trabalho, menos absentismo “ Baixas Médicas, Seguro” , etc…

12 – CERTIFICAÇÃO


Concluído o curso, com aproveitamento, é emitido o respectivo certificado e cartão de socorrista válido durante três anos.


13 - RECURSOS DIDÁCTICOS E LOGÍSTICOS


Para a realização do presente Curso, serão distribuídos, aos formandos, manuais de primeiros socorros.

A disponibilizar pelo cliente (nas acções ministradas nas instalações do cliente):

• Sala de formação equipada com computador, videoprojector, quadro, marcadores e apagador.

Manequins para prática e outros equipamentos técnicos serão da responsabilidade do Formador.

• COTAÇÃO:

Valor hora € 25 X 35h= €875 incluindo material Técnico


14 – CONSIDERAÇÕES FINAIS



Terminada a apresentação da Formação que se pretende realizar, é importante fazer uma consideração final, de tudo o que foi referido.

Sendo cada um de nós cidadãos e agentes da protecção civil, cabe-nos a nós investir na formação contínua, muitas das vezes proporcionada pelos locais de trabalho, na área do socorro a vítimas.

A necessidade de receber socorro de uma forma precoce e adequada pode surgir em qualquer lugar e em qualquer altura, e cabe a cada um de nós activar o Sistema Integrado de Emergência Médica, para que os diferentes elos possam entrar em acção e para que a qualidade de vida de muitas pessoas possa ser melhorada de uma forma significativa, assim como para que saibamos que foi feito tudo o que é possível, em tempo útil para que uma vida humana pudesse continuar.

É com este intuito que considero importante habilitar cidadãos para o préstimo de socorro de vidas humanas.

Este começa como referido pela activação do Sistema Integrado de Emergência Médica que através dos seus diferentes elos presta os cuidados necessários à vítima.

O cidadão que faz o primeiro alerta e que activa a cadeia deve ser portador de alguns conhecimentos, que primeiro o ajudem a identificar a situação e que o ajudem a prestar alguns cuidados básicos até á chegada de um apoio mais diferenciado.

É neste último parágrafo que toda esta Formação tem o seu suporte, é nele que podemos justificar a importância da realização deste tipo de Curso à população. Os conceitos que se pretende ministrar, sem dúvida, auxiliarão na prestação de um socorro melhor, até à ajuda mais diferenciada, e como popularmente se diz “pequenos gestos salvam vidas” e estes pequenos gestos certamente que poderão salvar. É com este pensamento que encontro motivação para que este Projecto tenha uma forma e um rumo.



Obrigado

Formação Pedagógica de Formadores

Com o intuito de dar a conhecer os trabalhos exigidos pela formação, para finalização do curso de formador anexo para conhecimento e consulta.


PREPARAÇÃO DO PLANO DE SECÇÃO

Módulo III - Equipamentos, Manobras e Motobombas


Nós e Ligações



O Curso Inicial de Bombeiro, aprovado pela Escola nacional de Bombeiros, encontra-se dividido em 6 Unidades Temáticas, sendo estas respectivamente, Introdução ao Serviço dos Bombeiros, Técnicas de Socorrismo, Equipamentos, Manobras e Motobombas, Técnicas de Salvamento e Desencarceramento, Operações de Extinção de Incêndios Urbanos e Industriais e por último, Operações de Extinção de Incêndios Florestais.

Este Curso é ministrado nos Corpos de Bombeiros a jovens com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos, que tenham por objectivo integrar a Carreira de Bombeiro, prestando assim cuidados à população, naquele que é o âmbito de actuação dos Bombeiros, enquanto Agentes da Protecção Civil.

São Pré-requisitos para a frequência deste curso da Escolaridade mínima 9º ano, Certificado de Robustez Física e Atestado Médico e Registo Criminal sem antecedentes. Verificadas estas condições o formando encontra-se apto a frequentar o curso.

O sucesso num módulo implica a frequência do módulo seguinte, e o insucesso condiciona a repetição do módulo em questão num curso seguinte.

Esta sessão, enquadrada na Unidade Temática Equipamentos, Manobras e Motobombas (Módulo III), tem como um dos conteúdos programáticos os Nós e Ligações.

Nesta sessão, com tempo previsto de 25 minutos, pretende-se que os formandos adquiram conhecimentos sobre nós elementares, as suas características e a sua execução no salvamento de vítimas, pelo que se espera que no final da sessão estes tenham adquirido conhecimento sobre o nó de Oito, a sua execução, características e utilização; entendam que o nó de oito tem múltiplas aplicações, principalmente em ancoragem para escalada e Resgate; compreendam que quanto maior é a força exercida nas pontas (chicote) maior a firmeza do nó e que é relativamente fácil de desatar mesmo após grandes pressões; saibam executar o nó de oito, aplicando-o de forma correcta nas situações que o exija.

No final da mesma, será efectuada a avaliação por forma a garantir o sucesso na aprendizagem recorrendo-se a uma ficha de avaliação dos conteúdos ministrados na sessão.





Curso: Inicial de Bombeiro Módulo: III Acção n.º: 1/3

Local: EPA (Escola Profissional de Almada) 1

Público-alvo: Jovens entre os 18 anos e os 35 anos Horário: 11h00 ás 11h25 Duração: 25 minutos



Formador: Vasco Manuel Miguel Marto



Pré-requisitos:





Objectivos Gerais: Reterem conhecimento sobre o nó de Oito, as suas características e a sua execução no salvamento de vítimas,



Conteúdos Programáticos

Etapa da Sessão

Objectivos Específicos Métodos e Técnicas Pedagógicas Materiais e Equipamentos

Actividades Didácticas

Avaliação de Conhecimentos

Previsto Alternativa Previsto Alternativa

Introdução Apresentação:

Adquirirem Conhecimentos sobre, o Nó de Oito e suas Aplicações.

Pré-adquiridos

A Importância da temática



O Formando deve ser capaz de adquirir conhecimento, sobre o Nó de Oito, a sua execução, características, e sua utilização. Método Expositivo

Método Demonstrativo

Técnica de perguntas:

Ex: qual a importância da sessão. Computador, retroprojector de vídeo, Apresentação. PowerPoint, Manual Projector acetatos /

Flip-Chart Exposição de Conteúdos e Formulação de Perguntas

Exposição de Conteúdos e Formulação de Perguntas com apoio ao Manual



Atacadores dos sapatos ou botas 3 Minutos Diagnostica:





Formulação de questões

Desenvolvimento Conceito do Nó aplicado, em ravinas e em meio urbano, Risco Inerente á actividade, dotar os formandos de técnicas Inerentes ao Salvamento de Vítimas, aplicando o Nó correctamente

O Formando deve ser capaz de identificar as múltiplas aplicações do Nó de Oito.

Principalmente em ancoragens para escalada e Resgate Método Expositivo

Método Demonstrativo



Computador, retroprojector de vídeo, Apresentação. PowerPoint

Cordeletas de 6mm, com 70cm Projector acetatos/

Flip-Chart

Corda simples/ atacadores Contacto com Cordeletas de 6mm, com 70cm 3 Minutos

Contínua:









Exemplificarem a execução do Nó de Oito







As Principais Características do Nó de Oito



O Formando deve de reconhecer as Principais Características do Nó de Oito. Quanto maior é a força exercida nas pontas (chicotes) maior a firmeza do nó. Relativamente fácil de desatar mesmo após grandes pressões. Método Demonstrativo



Cordeletas de 6mm, com 70cm Corda simples / atacadores Execução o Nó de Oito com orientação do Formador e todos os Formandos (Grupo) Execução do Nó pelo Formador 4 Minutos



Aplicação do Nó de Oito distinguindo, aplicando a técnica adequada.

Síntese





O Formando deve ser capaz de saber fazer e Identificar os passos correctos na execução do Nó de Oito Método Demonstrativo Cordeletas de 6mm, com 70cm Corda simples/ atacadores Execução do Nó de Oito sem orientação, pelos Formandos, individualmente

Execução do Nó por um Formando que tenha adquirido a Técnica 10 Minutos

Conclusão

Avaliação de Conhecimentos Adquiridos:

Teste de avaliação

Corrigir

Comunicar Resultados

Síntese Objectivo final

Avaliar a Aprendizagem

Comunicar Resultados

Efectuar correcção com o Grupo, focando os pontos menos conseguidos

Método Expositivo

Método Interrogativo

Esclarecimento de questões Computador, retroprojector de vídeo, Apresentação. PowerPoint Flip-Chart

Manual, canetas Realização de Teste Escrito Teste Prático 5 Minutos Final:



Execução de ficha de avaliação, e informação de resultados.

Duração da sessão 25 minutos

Acerca de mim

A minha foto
Setúbal, Pinhal Novo, Portugal