Um Burro da Carrasqueira, da Universidade da Caramelandia, depois de ler este artigo publicado por (Adrian Rogers 1931) achou por bem publicar no seu blogge com pequenas alterações.Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que nunca havia reprovado um aluno antes, mas uma vez, reprovou uma turma inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que um regime igualitário realmente
funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria
igualitário e "justo."
O professor então disse, "Ok, vamos fazer
uma experiência igualitária nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos
as vossas notas de avaliação nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma, e portanto seriam "justas."
porque iguais. Isso quis dizer que todos iriam receber as mesmas
notas, o que significou que ninguém iria ser reprovado. Isso também
quis dizer que obviamente ninguém iria receber um "20"...
Depois
das primeiras avaliações sairem foi feita a média e todos receberam
"13". Nesta altura quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os
alunos que não se esforçaram ficaram felizes da vida com o resultado.
Quando
a segunda prova foi feita os alunos preguiçosos continuaram no seu
ritmo , pois que acreditavam que a média da turma os continuaria a
beneficiar. Já os alunos aplicados entenderam que também eles teriam
direito a baixar o ritmo , agindo contra a sua própria natureza.
Resultado,
a segunda média das avaliações foi " 8".
Ninguém gostou.
Depois
da terceira prova, a média geral acabou por descambar e voltou a
descer para o "5".
As notas nunca mais voltaram aos patamares
mais altos, mas ao invés, as desavenças entre os alunos, buscas por
culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas
daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a
principal causa das reclamações e inimizades que passaram a fazer parte
daquela turma.
No final das contas, ninguém se sentia obrigado a
estudar para beneficiar o resto da sala. Resultado : Todos os alunos
chumbaram naquela disciplina... porque todos eram «iguais».
O
professor explicou que a experiência igualitária tinha falhado porque
ela traduziu-se na desmotivação dos participantes. Preguiça e mágoa foi o
resultado. "Quando a recompensa é grande", disse, "o esforço pelo
sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
"É impossível
levar o pobre à prosperidade através de acções que punam os mais
afortunados pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar,
obriga a que outra pessoa deva trabalhar sem receber.
O governo não
pode «dar» a alguém aquilo que tira a outro alguém.
Quando metade de
uma população começa a entender a ideia de que não precisa trabalhar,
pois a outra metade da população irá sustenta-la, e quando esta outra
metade entende que não vale a pena trabalhar para sustentar a primeira
metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível
multiplicar riqueza dividindo-a."

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